Corregedoria-Geral da Justiça realiza primeira correição ordinária do ano
Visita a unidades do Foro Regional da Vila Prudente.
A Corregedoria-Geral da Justiça realizou, hoje (29), a primeira correição ordinária do biênio 2026/2027. O Foro Regional da Vila Prudente, na Capital, recebeu a visita da corregedora-geral da Justiça, desembargadora Silvia Rocha, que percorreu cartórios, gabinetes e conversou com juízes, servidores e demais profissionais que atuam no sistema de Justiça. O objetivo da nova gestão é conhecer as dificuldades enfrentadas pelas unidades judiciais, acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos, orientar e corrigir, quando necessário. A corregedora e a equipe de juízes assessores e servidores da CGJ foram recebidos pela juíza diretora do fórum, Claudia Ribeiro, e demais magistrados.
A visita abrangeu a Unidade de Processamento Judicial (UPJ) – 1ª a 4ª varas cíveis, a 1ª e a 2ª Varas da Família e das Sucessões, a Vara do Juizado Especial Cível e a Vara da Região Sul 1 de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Na mesma data, também aconteceu correição no 11º Tabelião de Notas. Em reunião com os magistrados, a desembargadora ressaltou que as correições têm como propósito compreender a realidade de cada setor, identificar dificuldades e buscar soluções para aprimorar a prestação jurisdicional. “A Corregedoria está aqui para ouvir e para auxiliar”, destacou em diferentes momentos.
Um dos assuntos debatidos foi o aumento da demanda na área de violência doméstica nos últimos anos. Magistradas e servidoras relataram que a utilização do WhatsApp para intimações tem contribuído significativamente para a rotina dos cartórios, trazendo mais agilidade nos atos processuais.
Com relação à transição ao eproc, a desembargadora Silvia Rocha observou que é natural haver desafios no período inicial de adaptação a um novo sistema, mas destacou que a experiência tem demonstrado ganhos expressivos após a fase de ajuste e configuração das ferramentas de automação. Magistrados que já utilizam o eproc na Vila Prudente confirmaram que, em pouco tempo, o sistema confere mais agilidade no andamento processual. Nesse contexto, a desembargadora reforçou que a Corregedoria-Geral da Justiça permanece aberta ao recebimento de sugestões de aprimoramento, lembrando que a evolução constante dos sistemas é parte natural do processo de modernização do Judiciário.
Outros pontos abordados foram o regime de teletrabalho, a importância da presença do juiz no fórum, aliada à manutenção do home office no formato atualmente adotado, e o uso de ferramentas de inteligência artificial como apoio à atividade jurisdicional, tema, sem dúvida, prioritário.
Estavam presentes na correição ordinária os juízes assessores da CGJ Carolina Martins Clemencio Duprat Cardoso, Mauro Civolani Forlin, Rodrigo Nogueira, Carolina Bertholazzi, Fabiana Feher Recasens, Gabriela Afonso Adamo Ohanian, Wagner Roby Gidaro, Alexandre Pereira da Silva, Davi Marcio Prado Silva, Luciana Netto Rigoni, Gisela Aguiar Wanderley, Guilherme Silveira Teixeira, Leticia Fraga Benitez e Stefânia Costa Amorim Requena, e servidores da CGJ.
Comunicação Social TJSP – CA (texto) / LC (fotos)
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