São Paulo, 472 anos
TJSP celebra maior cidade da América Latina.
Em 25 de janeiro de 1554, uma missa marcou a fundação da então vila de São Paulo dos Campos de Piratininga. O registro histórico feito pelo padre José de Anchieta, um dos jesuítas responsáveis pela ocupação da região para fins de catequização indígena, descreve que a celebração ocorreu em uma casinha “paupérrima e estreitíssima”. Neste domingo, aquela pequena vila completa 472 anos e se consolidou como a maior metrópole da América Latina.
Símbolo de movimento, diversidade e transformação, a cidade cresce, se reinventa e pulsa no ritmo acelerado de quase 12 milhões de habitantes. Polo econômico, cultural e social do país, reúne histórias, culturas e trajetórias que se cruzam e se constroem diariamente.
No marco zero, na Praça da Sé, está o Palácio da Justiça, sede do Tribunal de Justiça de São Paulo. Projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo — o mesmo responsável por edifícios icônicos como o Theatro Municipal, o Mercado Municipal e a Pinacoteca —, o prédio integra um conjunto arquitetônico que ajudou a moldar a identidade urbana paulistana. A primeira inauguração ocorreu em 1933; a segunda, em 1942, após a conclusão dos andares superiores, coincidindo com o 388º aniversário da cidade. Tombado pelo Condephaat, o Palácio simboliza a presença permanente do Judiciário na vida urbana e permanece aberto a visitas presenciais e virtuais.
Cosmopolita, dinâmica e complexa, a metrópole é um lugar onde tudo acontece com rapidez e se transforma na mesma velocidade. O TJSP acompanha esse movimento, comprometido com uma Justiça moderna, eficiente e acessível. Apenas na Comarca da Capital, existem hoje 321 varas e mais de 2,8 milhões de processos em andamento; em todo o Estado, são cerca de 17,1 milhões, refletindo a dimensão e os desafios da maior cidade do país.
Muitos escreveram sobre ela. Mário de Andrade, modernista que nela nasceu e faleceu, celebrou-a em versos de Paulicéia Desvairada: “São Paulo! comoção de minha vida… (...) Luz e bruma… Forno e inverno morno… Elegâncias sutis sem escândalos, sem ciúmes…”. Outros tantos artistas falaram dela, a desenharam, a musicaram, a amaram. A cidade é de todos, e para todos.
Parabéns, São Paulo!
Comunicação Social TJSP – RM (texto) / MS (arte)
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